
Segundo a coordenação de Epidemiologia da secretaria, que realizou a investigação do caso no Hospital Alcides Carneiro e presta assistência à escola onde a criança estudava, as principais recomendações quando existe a ocorrência de meningite em uma unidade escolar são: não fechar a escola, não suspender as aulas e não interromper as atividades do dia-a-dia.
“Tomamos medidas de quimioprofilaxia, ou seja, medicamos os familiares e iremos medicar os alunos e adultos que estiveram mais próximos da criança nos últimos dias. Esta é a principal providência a ser adotada no momento”, explicou a coordenadora da Epidemiologia, Elisabeth Wildberger.
Ainda de acordo com a coordenação, a transmissão da doença de maneira indireta é praticamente inexistente. Como o meningococo, nome popular dado à bactéria causadora da doença, não resiste à umidade, ao oxigênio e às mudanças de temperatura, não pode sobreviver fora do organismo. Desta forma, não é necessário desinfetar ou interditar o local, sendo suficiente mantê-lo limpo e arejado.
A Secretaria de Saúde informa ainda que se houver o surgimento de sintomas como febre, dor de cabeça, náuseas, vômito em jato e rigidez de nuca, ou em caso de crianças sintomas como irritação ou agitação, choro constante, recusa alimentar, convulsões e moleira alta, é importante procurar atendimento médico.
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